segunda-feira, 21 de setembro de 2009

CRÍTICAS

"Dulce Quental tira o pop da mesmice em novo álbum.
O disco inédito de Dulce Quental é uma das duas ou três
melhores notícias do ano na música brasileira."
O Estado de São Paulo - 03/11/2004

"Dulce Quental volta do exílio sem abrir mão de suas convicções,
talvez porque o mercado em frangalhos já não tenha forças para
conter certas ousadias. A dela é fazer canções pop cheias de,
mais do que referências, uma ambiência literária."
O Globo - 26/10/2004

"Dulce Quental está de volta, se é que um dia ela se foi.
Beleza roubada dá continuidade à construção
de uma obra pop estilosa, feita com toques de bossa,
folk, blues e literatura. O mundo já não é o mesmo
de 1984, nem de 1994, mas uma nova janela se abre para
esta outra garota de Ipanema. Viver é a senha."
Correio da Bahia - 2004

"Dulce foi uma das pessoas que mais me influenciou
nos últimos tempos. Nosso relacionamento aumentou
quando trabalhamosno seu segundo LP Voz Azul.
É uma pessoa que lê muito intelectualmente sofisticada.
Com Dulce aprendi a escrever de uma forma mais livre,
menos linear. Ela tem uma forma de escrever
super fragmentada e coerente, descreve imagens, poesias, sentimentos
como se fossemcacos de imagem juntos que formam um mosaico.
Voz Azul é um disco que entra tranqüilamente na minha
relação dos melhores LPs dos últimos 6 anos."
Herbert Vianna - PARALAMAS DO SUCESSO

"Dulce Quental tem o frescor de uma descoberta.
Está pronto para ser digerido com cuidado por quem
não afina com seu estilo, mas, qualquer que seja o gosto, a
decepção não combina.Uma boa cantora mostra a cara para o Brasil,
bonita, inteligente, delicada, como seu disco, direto."
Lauro Lisboa Garcia - O Estado de São Paulo

"Com este ao mesmo tempo leve e denso Voz Azul,
que é tudo menos monocromático, Dulce Quental
deixa definitivamente o descartável, do Sempre Livre e
a estranheza de "Délica" para dar um
flerte fatal num mercado normalmente avesso a sutilezas".

"Dulce pode ficar tranqüilo. Com Voz Azul, ela periga
dar um xeque-mate ao banal".
Arthur Dapieve - Jornal do Brasil

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